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5 Dezembro 2018

1º de Agosto joga em Oyo presença nas Afrotaças

No embalo da fusão da época passada com a presente, o 1º de Agosto discute frente à Association Sportive Otohô, hoje às 15h30, no Estádio Marien Ngouabi, na localidade congolesa de Owando, a continuidade na corrida à fase de grupos da 23ª edição da Liga dos Clubes Campeões Africanos de futebol, depois do brilharete sustentado pela presença nas meias-finais.

Entre duas margens, numa a vantagem e noutra o risco de eliminação, pelos golos sofridos em casa, os militares do Rio Seco, às ordens do bósnio Dragan Jovic, colocam em campo a experiência adquirida no continente, por forma a frustrar os intentos do campeão do Congo Brazzaville que, apesar de aprendiz, está apostado em fazer cair com estrondo um adversário emancipado.
Sob a arbitragem do gabonês Pierre Ghislain Atcho, auxiliado pelos compatriotas Angelo Malekou Mambana e Felix Abaa Eyaga, os rubro e negros têm a protecção da vitória por 4-2, conseguida após uma surpreendente desvantagem (0-2), em pleno Estádio Nacional 11 de Novembro, quando tudo fazia prever uma entrada com autoridade da equipa de Jovic, treinador pressionado pelo registo africano do sérvio Zoran Maki.
O intervalo de uma se-mana permitiu ao 1º de Agosto corrigir os erros cometidos, nomeadamente no processo defensivo. Para tal, o “capitão” Dani Masunguna e o combativo Bobó estão orientados a afastar da zona de finalização os jogadores congoleses, na sua maioria superiores na estampa física.
“Já não seremos surpreendidos por este adversário. Não temos tarefa fácil, porque o Otohô mostrou que sabe jogar. Agora temos mais informações. Conhecemos os seus pontos fortes, que vamos procurar anular, e os fracos, a serem explorados”, garantiu Ivo Traça, treinador-adjunto. 
A ocupação de espaço e a mobilidade do meio campo também mereceram atenção. O jogo diante do Santa Rita de Cássia, para a 4ª jornada do Girabola, selado com uma goleada (5-0), permitiu avaliar as mudanças operadas de modo a dar maior consistência à equipa, no principal ponto de decisão do desafio.
Macaia junta-se a Show, numa estrutura de duplo pivô, alteração que permite preencher melhor o corredor central, ao passo que a organização das acções ofensivas ficam entregues a apenas um volante. Entretanto, Ary Papel, lesionado frente aos católicos do Uíge, sai da equipa e entra muito provavelmente Mingo Bile.
O onze do 1º de Agosto não andará longe do seguinte: Tony Cabaça; Paizo, Masunguna, Bobó e Isaac; Show, Macaia, Mingo Bile, Geraldo e Mongo; Mabululu.

Vencer no cansaço
As 6 horas de espera no aeroporto Maya Maya, segunda-feira à chegada a Brazzaville, em trânsito para Oyo, deixaram a delegação do embaixador angolano, chefiada pelo presidente de direcção, Carlos Hendrick da Silva, desencantada com a falta de reciprocidade de tratamento das autoridades congolesas.
Mas, o contratempo em tudo semelhante às peripécias vividas pelos Palancas Negras em Nouakchott, na campanha de apuramento para o CAN’2019, ainda sem sede, estão longe de fazer mossa. Os dirigentes rubro e negros preferiram  desvalorizar o sucedido.   

 

Fonte: Jornal de Angola

Classificação

Pos Clube Pts
1 1º de Agosto 1º de Agosto 61
2 Petro de Luanda Petro de Luanda 54
3 Kabuscorp Palanca Kabuscorp Palanca 47
4 Desportivo da Huíla Desportivo da Huíla 46
5 Interclube de Luanda Interclube de Luanda 37
6 Sagrada Esperança Sagrada Esperança 37
7 FC Bravos do Maquis FC Bravos do Maquis 35
8 Recreativo do Libolo Recreativo do Libolo 35
9 Progresso de Sambizanga Progresso de Sambizanga 34
10 Recreativo da Caála Recreativo da Caála 31
11 Santa Rita de Cássia FC Santa Rita de Cássia FC 29
12 Académica do Lobito Académica do Lobito 27
13 Sporting de Cabinda Sporting de Cabinda 24
14 Kuando Kubango FC Kuando Kubango FC 23
15 ASA ASA 23
16 Saurimo FC Saurimo FC 18
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